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Notícias de Carreira e Desenvolvimento Pessoal
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 | 16 mil jovens portugueses encontraram um emprego no estrangeiro Os recém-licenciados portugueses não são diferentes dos outros: progredir na carreira e conhecer culturas diferentes são as motivações que os levam a escolher outro país para trabalhar, explica Margarida Marques, socióloga da Universidade Nova de Lisboa, assegurando que Portugal não está fora das tendências do mercado globalizado: ´Há cada vez mais mão--de-obra qualificada a procurar trabalho no estrangeiro.´ Os dados sobre as expectativas profissionais dos recém-licenciados portugueses são inexistentes mas, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas, em 2009 existiam 16 mil jovens até aos 35 anos a trabalhar no estrangeiro, o que representa um decréscimo face ao ano anterior, quando eram 22 mil os jovens empregados fora do país. 17-05-2010
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 | Recém-licenciados querem ir para as cidades do futuro A próxima geração de empresários não quer o mesmo emprego para todo o sempre, não quer viver no país onde nasceu, nem sequer se preocupa tanto com os melhores salários que o seu patrão tem para oferecer. É a chamada geração Milénio e dela fazem parte aqueles que entraram no mercado de trabalho após o ano 2000. São os recém-licenciados de hoje que encaram o emprego como um mundo sem fronteiras. É esta a conclusão do estudo ´Mobilidade de Talento em 2020´ realizado pela empresa de consultadoria americana Pricewaterhousecoopers (Pwc) que ouviu mais de 4000 jovens de 900 multinacionais sediadas em 22 países e concluiu que 80% desta geração deseja trabalhar fora do seu país. 17-05-2010
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 | Psicólogos: petição contra inscrição obrigatória na Ordem conta já com 800 assinaturas ´Um psicólogo que tenha uma licenciatura antiga de cinco anos, que tenha feito estágio curricular, que tenha diploma e carteira profissional, mas que apenas dê umas consultas por mês, se não conseguir ter 18 meses de trabalho perde o título e tem de voltar atrás e fazer estágio para voltar a tê-lo´, alertou José Oliveira, do Movimento Continuo Psicólogo. 06-02-2010
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 | Psicólogos denunciam situação de precariedade laboral Um grupo de psicólogos a exercer funções nos serviços prisionais denunciou, esta quinta-feira, a situação de precariedade em que se encontra a ´quase totalidade´ destes profissionais, alguns há quase dez anos. A precariedade é uma situação que ´preocupa muito todos os psicólogos, que não dignifica o trabalho´ do sector e que ´compromete a continuidade e a qualidade´ do mesmo, lamentou a presidente do Sindicato Nacional dos Psicólogos. Manuela Castelo Branco explicou que para além da ´desmotivação inerente a quem trabalha com vínculo precário´, há ainda uma grande rotatividade nos serviços de psicologia, quando seria necessário criar um vínculo com o terapeuta. A representante adiantou que muitos psicólogos têm que assumir competências para as quais não estão preparados e garantiu que a precariedade no trabalho não se aplica apenas aos serviços prisionais. 11-09-2008
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 | Profissões esperam ser constituídas em ordem Professores, nutricionistas, psicólogos, assistentes sociais e técnicos oficiais de contas são algumas das profissões que aguardam aprovação do Parlamento para constituir ordem própria. Ao abrigo da nova lei-quadro das associações públicas profissionais, publicada há duas semanas, são já várias as profissões que preparam a sua passagem a ordem, juntando-se assim às doze já existentes. Algumas destas actividades viram o processo ser reprovado no passado, especialmente na década de 90.Segundo a nova legislação, a constituição de associações públicas profissionais 'é excepcional e visa a satisfação de necessidades específicas', sendo que as profissões podem candidatar-se a esse estatuto, desde que estejam sujeitas a normas técnicas e deontológicas e a um regime disciplinar autónomo. 03-03-2008
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 | Licenciados: mais 61 por cento de desempregados O número de licenciados desempregados cresceu cerca de 61 por cento nos últimos três anos. Em 2007 houve um aumento de 22 por cento face a 2006. Eugénio Rosa, economista da CGTP, disse ao PortugalDiário, que «este é um aumento muito grande». Para Eugénio Rosa este facto deve-se por um lado há «desadequação entre o que as universidades produzem e a necessidade de criar emprego no país», e por outro «a própria economia não absorve muitas pessoas com curso superior». O economista verificou que, entre 2000 e 2006, 40 por cento do desemprego corresponde, por exemplo, às áreas de «Educação, Psicologia, Direito ou Jornalismo», comparativamente com os «apenas nove por cento» das áreas tecnológicas. 15-02-2008
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 | Diário de uma psicóloga escolar "E como professor é ""pau para toda a colher"", embora esteja ""abaixo de cão"", psicólogo parece estar ""abaixo de professor"". E é assim que já foi sugerido, na televisão, por responsáveis na política educativa, que qualquer professor experiente pode substituir um psicólogo quando ele não existe. Os dias que correm não são felizes para os professores, que se sentem, com razão, tratados ""abaixo de cão"". Mas os dias que correm, consequentemente, também não são felizes para a educação. E quando se fala de educação, fala-se de outros profissionais que conseguem ainda, por vezes, ser mais desconsiderados que os docentes. Estou a pensar em profissionais que (quase) não existem nas escolas e vêem as suas funções desempenhadas por professores ou... por ninguém. E como professor é ""pau para toda a colher"", embora esteja ""abaixo de cão"", psicólogo parece estar ""abaixo de professor"". E é assim que já foi sugerido, na televisão, por responsáveis na política educativa, que qualquer professor experiente pode substituir um psicólogo quando ele não existe. " 08-11-2007
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 | Hospital Miguel Bombarda dispensou 1/3 dos psicólogos O Hospital Miguel Bombarda dispensou desde Maio mais de um terço dos psicólogos contratados, no âmbito da reestruturação dos serviços de saúde mental, obrigando à interrupção dos tratamentos em curso, alertou hoje o Sindicato Nacional dos Psicólogos (SNP). De acordo com aquela estrutura sindical, não foram renovados os vínculos de sete dos 20 profissionais a contrato naquela unidade hospitalar, o que contribuiu em geral para «o agravamento do estado de saúde e bem-estar psicológico dos doentes». Um relatório da Comissão Nacional para a Reestruturação dos Serviços de Saúde Mental, divulgado em Maio, prevê a extinção de três dos seis hospitais psiquiátricos, entre eles o Miguel Bombarda, sendo transferida a sua valência para os hospitais gerais. No entanto, o SNP afirma que os hospitais gerais «não estão a ser dotados previamente de estruturas que dêem respostas adequadas às necessidades da população». «Os tratamentos estão a ser interrompidos de forma abrupta. Estamos a falar de pessoas psicologicamente muito fragilizadas e para quem o acompanhamento é essencial. Isto pode dar azo a uma descompensação, ao aumento do consumo de psicotrópicos, por exemplo», afirmou Ana Isabel Barreiros, do SNP, em declarações à agência Lusa. A Coordenadora da Comissão de Clínica e Saúde daquela estrutura sindical lamentou ainda que a situação esteja ainda a comprometer vários pedidos de diagnóstico provenientes dos tribunais «com consequências graves para os processos», como nos casos de reforma ou integração na rede de apoio de incapacitados, entre outros. 10-08-2007
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 | Ordem dos Psicólogos deverá arrancar no início de 2007 A Ordem dos Psicólogos deverá arrancar no primeiro trimestre de 2007, para regular a profissão dos cerca de 16 mil licenciados em Psicologia existentes em Portugal, disse à agência Lusa o presidente da comissão instaladora. 28-11-2006
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 | Bolonha: Perigo de alunos de outras áreas serem psicólogos O Sindicato Nacional dos Psicólogos alertou hoje para o perigo de alunos de outras áreas poderem vir a exercer a profissão, devido a uma decisão governamental que recusou os projectos de mestrado integrado dos futuros cursos. As principais faculdades e departamentos de Psicologia do país apresentaram à Direcção-Geral do Ensino Superior (DGES) um projecto de adaptação dos cursos à Declaração de Bolonha, que previa a criação de um mestrado integrado. As escolas propuseram a transformação dos actuais cursos de psicologia em dois novos ciclos de estudos correspondentes aos graus de licenciatura (com a duração de três anos) e mestrado (de dois anos). 21-08-2006
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