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Os jogos, actividades e instrumentos de dinamização de grupos deverão
ser postos em prática por profissionais com a devida competência
técnica, devendo igualmente serem encarados como ferramentas de
utilização complementar e de apoio e não enquanto objecto ou objectivo
único.
O sucesso e correcção da sua aplicação dependerão não só do técnico que
as implemente (como, quando e em que circunstâncias) mas também, e
principalmente, do investimento e características intrínsecas dos
participantes, bem como do clima e dinâmicas geradas no grupo a montante
e durante a sua aplicação, associada à sua respectiva discussão e
integração finais.
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